segunda-feira, 9 de julho de 2012

PRA INICIAR A SEMANA, SEM NEURAS...

“O apagão criativo é uma espécie de ponto morto do cérebro, essa fantástica fábrica cognitiva. Ora, é preciso passar pelo ponto morto para engatar as marchas...
...Muitas respostas e soluções surgem em um instante de distração da mente e relaxamento do espírito. Afinal, a desconcentração é também ferramenta.”
(Fernanda Pompeu)

domingo, 8 de julho de 2012

Saudade, versus matemática, versus filosofia (PS: de boteco).


“Botecamente” falando, saudade é uma palavra repleta de conteúdo, permeada de fatos e pessoas que fizeram ou fazem parte de nossas vidas. Este sentimento tem várias facetas, e por isto, se manifesta de inúmeras formas dependendo de algumas questões determinantes, como: a fase da vida em que estamos, problemas que estamos passando, a música que estamos ouvindo, aromas que sentimos inesperadamente, até mesmo palavras ou frases ditas de forma peculiar, entre tantos outros eventos ou adventos.
Pode-se dizer, embora de forma um tanto bairrista, que a saudade é um sentimento genuinamente brasileiro, pois esta palavra só existe em nosso vocabulário, em nossa língua “tupiniquim”. Outras nações, sejam elas vizinhas, distantes, ou até mesmo nossos ex-mandatários portugueses, podem até sentir algum tipo de vazio, ou amargor que se assemelhe a ela, mas não foram nem jamais seriam capazes de expressar-se. E é por isso que me pronuncio brasileiramente convencido de que, estes jamais sentirão aquele aperto bem no fundo do peito de uma saudade a brasileira, tampouco o calor do abraço que acalenta um reencontro com uma pessoa querida, ou mesmo o doce sabor de uma boa lembrança de história vivida, por exemplo.
A saudade nos acompanha desde o segundo inicial de vida, e quanto mais o tempo passa, e os dias se vão para que outros novos tempos nasçam, nossas saudades vão se renovando, ou se modificando. Querem evidências? Então lá vai. Quando nascemos, sofremos um desconforto muito grande por trocar o quentinho e protetor ventre materno, pelo cruel e impiedoso mundo do lado de fora. Choramos, choramos e choramos, pela saudade que sentimos do antigo habitat.
A partir daí, é só passar mais alguns dias de vida, que choramingamos em nossos berços e carrinhos de bebê, por saudade do colo e do seio materno. Logo logo, passamos a frequentar a escola, e num primeiro momento sentimos uma estranheza acompanhada daquela saudadezinha básica de nossa casa, de nossos pais. Porém, num piscar de olhos esta emoção se transforma em euforia, e na segunda semana de aula, meia hora antes de sair de casa, lá estamos, de lancheira e mochila repetindo: Anda logo pai! Vamos! Aí está a saudade da escola, dos coleguinhas, das “profes”, e ela é tanta, que até nossos aniversários são comemorados dentro da escola.
Então, chega a adolescência, fase em que, a público renegamos a saudade da infância, começamos a sentir saudades de amores que não sentimos, nos rebelamos com a severidade de nossos pais, e pra completar, sentimos saudade do que ainda não temos: da independência, do mundo livre e das decisões autônomas.
Porém, meus amigos, vejam só que surpresa! Quando nos deparamos com toda aquela independência almejada, quando estamos livres navegando nos mares do mundo, quando nos vemos frente a frente com o dia-a-dia, tendo que tomar nossas decisões autônomas, somos envoltos por alguns sentimentos, como: insegurança, incerteza, medo, saudade. Olha ela de novo aí, a saudade, desta vez de nossos pais, de sua experiência, seus conselhos, seus silêncios estrídulos, que tanto poderiam nos orientar nestas horas.
Poisé, o tempo passa e as lembranças se acumulam, as saudades mudam, aumentam, se confundem entre si, pois, temos saudades de praticamente tudo que passa em nossas vidas, inclusive de nós mesmos. O que nos retrata hoje, é uma equação, um cálculo complexo e com várias incógnitas. Todos nós, invariavelmente, seremos amanhã o resultado do ontem, mais o hoje, mais as expectativas do amanhã, elevadas na décima potencia, menos o ontem, dividido pelo tempo que levamos para enxergar o que fizemos, vezes a soma de tudo que faremos, sobre a raiz quadradamente torta de nossas origens. Tudo isso, menos o ontem, e a cada dia que passa, mais um vivido, e na contagem regressiva de nossas horas neste plano: menos 24.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Trabalho / Descanso

Nada melhor que um dia de muito trabalho não é!? Mas, trabalho bem feito, trabalho que te realiza, que te faz crescer enquanto profissional, te desenvolve!

Todos, sem exceção, temos uma carreira profissional, seja forjada maneira que for: de um jeito muito planejado, ou um pouco torto... Mas sim, temos uma carreira.

Fazemos planos, nos aperfeiçoamos, buscamos nos desenvolver intelectualmente tanto quanto emocionalmente, ser pessoas / profissioansis melhores, para aguentar os trancos que a vida nos dá. Aprender a lidar com situações adversas: Parar, repensar, ajustar ou reformular e prosseguir.

Sobreviver, num mercado de trabalho cada vez mais agressivo, onde a cada dia, tem mais uma, ou duas pessoas dispostas a fazer o que você faz, pela metade do valor que você recebe.

Porém, todos nós ao atingirmos um certo calibre profissional, formar uma certa bagagem, adquirir respeito no meio de trabalho onde estamos inseridos, ficamos mais confiantes, e chegamos à fase em que temos  a nítida impressão de que recebemos mais do que precisamos, e menos do que merecemos... Então buscamos mais e mais, para nós, para nossa vida profissional, numa escalada incessante!

Meus caros, até aí tudo bem. Mas e o descanso? E as horas de lazer? São cada vez mais escassas e breves, não é!?

Faz parte. Como diria um estimado amigo meu: "Bem vindo ao mundo de Marlboro..."

O que devemos buscar continuamente, é o equilíbrio entre a vida profissional e a vida própria, a vida particular, fora do trabalho.

Cada dia, ao sairmos de casa para trabalhar, devemos colocar uma armadura, onde nos transformamos em super heróis do dia a dia, com super poderes para resolver os mais diversos problemas e intemperes que caem sobre nossa mesa, clamam em nossos celulares, ou emergem em nossa caixa de email...

E ao fim do dia, quando estivermos retornando a nossos lares, devemos retirar a tal armadura, deixá-la de lado, nos desligarmos do embate diário. E repousar sobre os regalos que temos no aconchego de nossas casas, de nossas famílias, ao lado de quem nos acolhe.

É meus amigos e amigas, a vida profissional não é brinquedo... "Treino é treino, e jogo é jogo!"

Mas quando se faz o que segosta, quando o que você faz por 10 a 12h por dia, te realiza, quando seu trabalho não é um martírio ou uma rotina tortuosa, você pode se considerar 50% previlegiado!

50%??? E a outra metade? Você deve estar se perguntando... Pois não deveria! É lógico! A outra metade, é o outro lado da maçã, a vida que existe da porta de sua Empresa pra fora, sabe!? O restante do tempo do seu dia...

Que pra nem todos é acessível, apenas para aquele que conseguem desligar o Eu profissional e deixar viver o Eu, simplesmente eu...

Daí meu amigo, no restante do tempo, você consegue se desconectar de tudo, curtir sua vida pessoal, sentir os detalhes bonitos de cada dia, e então....

...Você conseguiu! Achou o tão especial EQUILÍBRIO, o que não é fácil! Não é fácil estarmos sempre firmes e alinhados nesta balança injusta de cada dia.

Na verdade, várias vezes você descarrilhará, desequilibrará a balança, e isso pode até afetar os que te rodeiam, por isso tenha todo o cuidado do mundo, com você q com os teus.
Mas você deve ter o poder de voltar aos trilhos rapidamente, fazer uma leitura do que está errado, o que está desequilibrando e recompor-se! E seguir no ritmo que você se impôs...

Em suma, se você se sente próximo a este equilíbrio, pode ter certeza, que está um passo na frente de qualquer outro profissional comum, pois hoje em dia fica cada vez mais difícil se manter nos trilhos!

Abaixo segue uma citação que acho apropriada ao momento:


“Em inglês dizem run into the tank, ou ‘administrar dentro do aquário’. Ou seja, trabalhar sob o olho inquisidor de milhares de pessoas que, em muitos casos, consideram que têm o direito, a obrigação e o conhecimento suficiente para emitir juízo de valor constante sobre o trabalho que você faz”.
(Do espanhol Ferran Soriano, ex-administrador do Barcelona, ao destacar em seu livro A Bola não Entra por Acaso, como é o trabalho em um clube de futebol, que movimenta milhões, mas é controlado de perto pelo olhar e a paixão dos torcedores)



Até logo, e um bom trabalho a todos, que eu vou curtir minhas férias (muuuuuito merecidas por sinal)!!!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

D'ALE...


COMO TODO BOM COLORADO, SOU MAIS UM DOS AFIXIONADOS NO FUTEBOL DO D'ALESSANDRO.
O CARA É UM DOS MESTRES DA ARTE DE JOGAR BOLA, NA ATUALIDADE.

Abaixo vai um texto publicado no blog À sombra dos eucaliptos, muito legal, vale a pena conferir:



Carta aberta a D’Alessandro




Caro D’Alessandro, vamos parar de nos enganar. Nós todos sabemos: chegou a hora do pé de meia.

Não peço sua permanência por uma singela razão: não pretendo pagar suas contas no futuro. Se as minhas já custam caro, e eu nem as projeto daqui a alguns anos, imagino as suas. Casa, filhos, excelente padrão econômico, enfim: uma vida inteira nível cinco estrelas para ser sustentada em uma carreira de vinte anos.
Não é tão fácil como as pessoas imaginam, D’Ale. Eu sei que não é.
Está na hora de ir. São, ao que tudo indica, dez milhões de euros. Isso é dinheiro, meu caro. Dinheiro demais. Vá. Vá, sim. Você precisa garantir o futuro da sua família. O Inter? Bem, o Inter sobreviverá. Ganhamos muita coisa juntos, e continuaremos ganhando ainda mais. A vida e esse jogo são assim mesmo. As pessoas se encontram e se desencontram. Mas no meio disso tudo, há um problema, D’Alessandro. Um problema circunstancial, decisivo e que merece – note bem a palavra merece – uma solução conflituosa.
O problema chama-se Once Caldas, D’Alessandro.
A derrota nessa pré-Libertadores destruirá o primeiro semestre do Inter. Serão três intermináveis meses jogando o Gauchão. Entretanto, se passarmos dessa maldita fase de verão, descortina-se a América. O Inter terá tempo para pensar, respirar, reforçar o grupo e embarcar na jornada que poderá nos levar ao Japão em Dezembro, a um novo Mundial Fifa. O único que não ganhamos juntos, D’Ale.
Então, o pedido é simples: D’Alessandro, você precisa jogar essas partidas contra o Once Caldas.
Não vai haver lesão nenhuma. Não vai haver problema nenhum. Nada. Só vai haver emoção e vitória. Estamos sem Andrezinho, que saiu desafortunadamente um mês antes dessa maldita proposta chinesa. Estamos sem Tinga. Não sobrou nem Ilsinho, D’Alessandro. Nem Ilsinho! João Paulo é bom, mas novo. Você quer deixar esse peso todo nas costas dele? Não, não quer.
Você tem caráter, D’Alessandro. Tem caráter, temperamento, gana, todas essas coisas que distinguem os seres humanos do mundo mineral. E gosta de nós. Por isso, jogue. Jogue. Não pense, somente entre em campo. Vamos juntos rumo a uma última vibração. Uma última “La Boba” na linha de fundo. Uma última vez a Popular gritando seu nome. Quem sabe, um último gol. Vamos lá, D’Ale.
Pela última vez, o Inter precisa de você. 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

OS JOVENS, NO CONTEXTO DA SOCIEDADE ATUAL


          Geração Y, assim é denominado o grupo de pessoas com idade em torno de 20 a 30 anos, pertencente  à sociedade atual. Sociedade esta, em que os fatos acontecem e as coisas mudam numa velocidade extremamente maior do que há alguns anos atrás. E esta é a maior característica desta geração, o ímpeto pelo agora, pelo hoje, o imediatismo voraz e a volubilidade dos acontecimentos, isso tudo, com uma carga imensa de informação, porém, com muito pouco conteúdo, e muitas vezes alheia a princípios e valores morais ou sociais.
          Pode ser mencionado, com muita propriedade, o grande choque de gerações que ocorre atualmente, pois na mesma família, empresa, instituição de ensino, ou outro núcleo social comum, convivem pessoas oriundas desde o período pós segunda querra mundial, outros contemporâneos da ditadura militar, até os atuais integrantes da geração Y. Estes últimos, são sedentos por sucessivas  novidades tecnológicas, por desafiar todo e qualquer tipo de limite, e vivem norteados pelo amanhã, onde viver o hoje é intediante, e o ontem é algo ultrapassado e desconsiderável.
          Fica claro, que om que falta para esta geração é a chamada célula mater social, a base para a formação moral de todo e qualquer indivíduo enquanto ser humano membro de uma sociedade: a família. A orientação familiar é algo fundamental, e a geração Y é extremamente desapegada deste sentimento, ou seja, não possui este senso, o que muitas vezes, os torna pessoas muito informadas, capacitadas, porém, sem base para saber administrar e usufruir tudo que o mundo atual pode oferecer e com tamanha velocidade.
          Por tudo isso, que nossos jovens sofrem com esta falta de estrutura, com este vazio de sensos sociais e morais, somados a uma desconcientização política inadimissível. E o fruto disso, é uma sociedade formada por pessoas imaturas emocionalmente, onde a fraude e a ilegalidade fazem parte da convencionalidade da rotina, de personagens informados, dinâmicos e globais, porém, paradoxalmente descontextualizados e inertes, contemplando absurdos que acontecem frente aos olhos de qualquer um, que queira erguer o braço e mudar para melhor, e assim, encontrar o equilíbrio que nossa sociedade precisa para se tornar perêne e sustentável.


Marcus Silva
15/01/2012

sábado, 31 de dezembro de 2011

POR 2011 É SÓ...

Pois é meu pessoal, por 2011 é só...
E eu só poderia encerrar um ano tão abençoado como este, com a composição que motivou o título deste blog, que pra mim diz muita coisa.
É como uma história recente cantada em versos:

Depois da curva                        (Duca Leindecker)

Amanhã, talvez
esse vendaval faça algum sentido
dá pra se dizer
qualquer coisa sobre todo mundo

por hoje é só
vou deixar passar a ventania
talvez amanhã
vento, vela e velocidade

mar azul
céu azul sem nuvens
logo ali… depois da curva
ali, logo ali, ali… depois da curva

amanhã talvez
esse temporal saia do caminho
dá pra escrever
o papel aceita toda qualquer coisa

por hoje é só
vou deixar passar a tempestade
talvez amanhã
água pura e toda verdade

mar azul
céu azul sem nuvens
logo ali… depois da curva
ali, logo ali, ali… depois da curva

ali, logo ali, ali… depois da curva
ali, logo ali
eu vi, eu vim, venci a curva


DESEJO, TODOS OS BONS MOTIVOS PARA SORRIR DO MUNDO, PARA VOCÊ, NESSA DÚZIA DE 2000!!!

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

"MAKE LOVE, NOT WAR!"


Bom dia pessoal! Trago aqui, meu penúltimo post do ano, com uma imagem que significou muito pra mim.

Sabe aquela imagem que você pode ver em muitos filmes, montagens, pinturas, fotos ensaiadas, etc, e nunca vai fazer o mesmo efeito, quanto se você souber que ela é realmente natural, real, sem intenção nenhuma de impressionar quem está olhando?

Poisé, esta sem sombra de dúvidas, é a GRANDE imagem de 2011 pra mim.

Um ano onde nunca se falou tanto em câncer, em disputas, desavenças, desastres naturais, desastres urbanos e sociais, e lá se vão tantas mazelas, que nem se fala, mas a economia vai bem! Então tá né!?

Não, não tá! É a dita globalização que traz muita coisa ruim, proporcionalmente a seu luminosos e atraentes benefícios!

Este foi 2011, e em meio a tudo isse um casal real (e não digital), no Canadá, Scott Jones e Alexandra Thomas, estão ali, em meio a um tumulto iniciado em Vancouver, os dois foram flagradosm, por uma destas câmeras indiscretas da globalização digital, deitados no asfalto em um beijo apaixonado.

Vejam abaixo o depoimento de Scott, sobre o fato inusitasdo:
"... No meio do tumulto, ela sofreu alguns cortes e machucados quando os guardas começaram a empurrar todo mundo, tentando esvaziar uma rua (por isso ela havia caído). Basicamente, eu tentei confortá-la. A polícia estava por todo lado, nós ficamos para trás na rua vazia. A Alex estava chorando, meio histérica. tentei acalmá-la para que ela se levantasse e conseguíssemos ir para casa."
Que coisa maravilhosa, ver que em meio a confusão, ainda existe a capacidade ou sensibilidade de se proferir um gesto tão bonito...
É que na verdade, nossa sociedade ficou tão digital e modernamente aberta, distantemente próxima e desumanizada, que está sedente por cafonisses!

Sim, cafonisses, coisas simples, normais, como uma camiseta branca, com o dizer extremamente brega: "FAÇA AMOR NÃO FAÇA GUERRA!"

Logo após o ocorrido, a imprensa simplesmente atormentou o casal, os mesmos tiveram que contratar uma acessoria de imprensa para atendê-los. Vê se pode!

Mas, só por causa de um beijo apaixonado!?!?!? Nãããããão, definitivamente não, imagina!

Numa sociedade tão moderna, acostumada a tudo, e mega informada, um gesto de amor de uma casal apaixonado, não poderia de forma alguma, gerar impacto nenhum, muito menos de proporções mundiais como foi este...

Já sei, claro! Deve ser por causa do tal jogo de hokei que motivou a confusão que o time da casa perdeu e não sei mais o que lá, e blá blá blá!!! (Ô Psit! Vou te falar, mas cá pra nós, bem baixinho: Ninguém está dando a míninma pra isso!)

Todo mundo quer mesmo, é olhar para esta foto e suspirar, até o machões do badalado UFC, ou os jovens da geração Y, modernos de roupas coloridas e cabelos que desafiam a lei da gravidade, e suspirar, suspirar e ver que o mundo ainda é cafona, e que coisas normais ainda existem, como o amor de um casal, simples assim.

Do tipo, que se via naqueles filmes beeeeeem melosos e antiquados. Nada de histrórias de amor digitais com criaturas azuis, ou jovens que nascem velhos e envelhecem jovens, romances que nossa mente teima em acreditar que existam, embora a impressione.

Pra comprovar o que eu disse acima, vejam só outra declaração de Scott:
"...Foi uma loucura! Todo mundo queria uma entrevista, o telefone não parava de tocar. Demos uma entrevista para a mídia canadense e outra para a australiana, para tentar esclarecer a história. As pessoas tinham começado a inventar um monte de coisas, falando que a foto era falsa, que eu não era namorado dela... Queríamos deixar tudo claro. O Today Show (noticiário estadunidense da NBC) queria que nós fôssemos a Nova York para a gravação, mas a gente não quis peder tempo das férias que tínhamos programado para isso."

Muito bom meu caro Scott, bravo, bravíssimo! Porque mudar toda sua rotina, o que você havia planejado com sua amada, por algo tão normal!?

Sim, normal, pois, confortar sua pessoa amada com um gesto de carinho é algo normal. Sabia disso Sr. mundo digital, e Dona sociedade globalizada, alôôÔu!!! Ou pelo menos deveria ser.

Resumindo, olhar para a dita foto, é mais ou menos como olhar para esta outra:

Entenderam!? É praticamente o mesmo sentimento que se têm nas duas imagens...

Por favor, deixem brotar o seu mais cafona sentimento entre as pedras: "MAKE LOVE, NOT WAR!"


Por: Marcus Vinicius